Enem 2018: Veja argumentos possíveis para redação sobre 30 anos da Constituição

Dica por: Ana Leda Santos, professora de Redação do Século Colégio e Curso

Estratégia argumentativa: Constituição Federal de 1988 (30 anos em 2018)

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, ou Constituição de 1988, é a atual Carta Magna do Brasil. Ela é sétima constituição do país e a sexta de sua república, bem como a última a consolidar a transição de um regime autoritário (Ditadura Militar, 1964-85) para um democrático.

(Nova República, 1985-atual)

>>> 30 anos da Constituição: Carta Magna foi fundamental para o processo de redemocratização do país

>>> Silvio Osias: Constituição faz 30 anos. O “livrinho” merece respeito!

I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS (ART. 5º) Texto do Capítulo

  1. Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, à educação, entre outros. -princípio da isonomia (estratégia argumentativa).

Embora seja um dos textos mais completos do mundo em termos de garantias individuais, o que lhe rendeu o apelido de “Constituição Cidadã”, ela até hoje recebe críticas por seu inchaço e pela grande discrepância entre sua teoria e a realidade brasileira, que, quase três décadas depois, continua relativamente pobre e profundamente desigual.

>>> De olho na vaga: veja todas as dicas do Século Colégio e Curso para a prova do Enem 2018

Trecho de redação nota 1000 – 2017

É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação é indubitáveis que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Conforme Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a perseguição religiosa rompe essa harmonia; haja vista

que, embora esteja previsto na Constituição o princípio da isonomia, no qual todos devem ser tratados igualmente, muitos cidadãos se utilizam da inferioridade religiosa para externar ofensas e excluir socialmente pessoas de religiões diferentes.